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grupo: Filipe Brito, Marceli Passos e Thiago ferreira.
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Audio aula produzida por: Igor Jandiroba, Luelle Vésper e Thalline Gonçalves
MÚSICA: CONCORDÂNCIA NOMINALA Concordância é Nominal
Quando o adjetivo, o pronome e o numeral
Combinam sempre com o substantivo
Em gênero e número e a frase fica legal
Quando o adjetivo se antepõe
A dois substantivos de gêneros diferentes
Concorda sempre com o primeiro
Se masculino ou feminino
O que vem na frente
Quando o adjetivo vem depois
De dois substantivos de gêneros diferentes
Concorda quase sempre com os dois
Ou pode concordar com o último somente
Meio, bastante, barato e caro
Se forem adjetivos podem variar
Meio, bastante, barato e caro
Se forem advérbios só no singular
É bom, é necessário, é proibido
Com sujeito em sentido vago ou geral
É bom, é necessário, é proibido
Não devem ser usados nunca no plural
Água é bom
Entrada é proibido
Pimenta é necessário
Concordância é preciso
Mesmo, própria – variam
Extra e quite – variam
Obrigado – varia
Nenhum – pode variar
Alerta – não varia
Menos – não varia
Haja vista – não varia
Em mão – não deve variar
A resenha é um gênero textual que apresenta a síntese das principais idéias contidas em um texto ou em uma obra, acompanhada de uma crítica do objeto que é resenhado. Ou seja, um resumo crítico.
Ela pode ser descritiva ou crítica. Na resenha descritiva, o autor expõe com fidelidade os elementos referenciais e essenciais de um texto, com sua descrição minuciosa e sucinta, e não apresentar nenhum julgamento ou apreciação do resenhador.
São partes da resenha descritiva:
• parte descritiva (informações do texto)
• parte com resumo da obra
Já a resenha crítica se caracteriza por apresentar:
• Descrição (informações do texto)
• Resumo da obra
• Comentários/avaliações do produtor da resenha
Ela pode ser descritiva ou crítica. Na resenha descritiva, o autor expõe com fidelidade os elementos referenciais e essenciais de um texto, com sua descrição minuciosa e sucinta, e não apresentar nenhum julgamento ou apreciação do resenhador.
São partes da resenha descritiva:
• parte descritiva (informações do texto)
• parte com resumo da obra
Já a resenha crítica se caracteriza por apresentar:
• Descrição (informações do texto)
• Resumo da obra
• Comentários/avaliações do produtor da resenha
Mario Kaplun defende a didátida radiofônica despreendida dos valores apenas técnicos e estruturais, e sim focada no conteúdo, a junção de comunicar e educar era o que de fato fazia parte de suas premissas.
Kaplun fala da importância e da correlação intríseca entre teoria e prática juntando seu pensamento e idéias às falas de Paulo Freire, defensor dos termos “verbalismo inoperante” e “verbalismo cego”.
A sua visão sobre a dificuldade de absorção de conteúdo pelos analfabetos que representam um percentual muito grande no país, surge também como mais uma questão para ênfase no rádio, veículo que além de estimular a imaginação pela carência de imagens, contribui para formar e informar esse tipo de público.
Kaplun ressalta também o quão comercial virou a temática midiática, preocupada quase sempre apenas com sua audiência. Questiona também os valores culturais que herdam dos conceitos impostos por uma elite, estes consideram cultural um conserto, ou peça de teatro, mas não uma mostra de artesanato produzida por índios por exemplo. Ou seja os paradigmas ainda perpetuam,e os conceitos continuam discriminando, a ponto de influenciar até no conceito de cultura, tornando o cultural oposto ao popular.
Kaplun propõe a idéia de educação permanente e não restringe à uma sala de aula. Ele traduz e sintetiza seus pensamentos a partir de uma frase “O comunicador tornou-se nesses tempos de pós-guerra, um arquiteto da conduta humana. E é essa perspectiva que ele tem pretensão em difundir, incluindo o rádio como instrumento para esta finalidade.
Kaplun fala da importância e da correlação intríseca entre teoria e prática juntando seu pensamento e idéias às falas de Paulo Freire, defensor dos termos “verbalismo inoperante” e “verbalismo cego”.
A sua visão sobre a dificuldade de absorção de conteúdo pelos analfabetos que representam um percentual muito grande no país, surge também como mais uma questão para ênfase no rádio, veículo que além de estimular a imaginação pela carência de imagens, contribui para formar e informar esse tipo de público.
Kaplun ressalta também o quão comercial virou a temática midiática, preocupada quase sempre apenas com sua audiência. Questiona também os valores culturais que herdam dos conceitos impostos por uma elite, estes consideram cultural um conserto, ou peça de teatro, mas não uma mostra de artesanato produzida por índios por exemplo. Ou seja os paradigmas ainda perpetuam,e os conceitos continuam discriminando, a ponto de influenciar até no conceito de cultura, tornando o cultural oposto ao popular.
Kaplun propõe a idéia de educação permanente e não restringe à uma sala de aula. Ele traduz e sintetiza seus pensamentos a partir de uma frase “O comunicador tornou-se nesses tempos de pós-guerra, um arquiteto da conduta humana. E é essa perspectiva que ele tem pretensão em difundir, incluindo o rádio como instrumento para esta finalidade.
Os aspectos radiofônicos são compostos por sons e palavras que dão asas a imaginação. O rádio Kaplún além de ter esses aspectos, possui o diferencial, que PE o âmbito do sentido. Essa heterogeneidade mistura teorias e sensações que torna o rádio um ótimo instrumento para professores e pesquisadores interessados no ato de comunicar com fins educativos. Nessa linha de pensamento, Kaplún tinha como objetivo questionar sobre a razão para educar, já que “a questão não é só do quanto podemos fazer, mas também de como podemos fazê-lo”, e para isso conciliava a prática e teoria, sempre se preocupando com o caráter educativo da função comunicativa e o seu caráter político. Além de estruturar seu trabalho na observação de preceitos, muitos deles desenvolvidos por Paulo Freire.
O rádio tem muito valor, principalmente numa sociedade que existem milhões de analfabetos. Dessa forma, ele reflete sobre uma pedagogia do rádio, tendo como premissa a inquietude educativa, lembrando que o papel do rádio deveria ir além dos programas, dos comerciais e das estatísticas sobre as audiências, priorizando também seu público e respeitando suas culturas. Logo que, a cultura é o que se serve para o homem, para comunidade e para sua própria construção humana e social. Apesar desse conceito, alguns pontos de vista sobre o mundo eram elaborados por membros da elite e não concordam com essa definição; e esse mesmo ponto de vista elitista, foi capaz de afirmar que o individuo se educa apenas durante os anos da infância e adolescência. Porem Kuplún defende a concepção de educação permanente, as pessoas se educam durante toda a vida.
Partindo desse pressuposto, usando a pedagogia radiofônica, Kaplún aponta três cominhos para a educação através do rádio: a que põe ênfase nos conteúdos (que é baseado no processo de educação formar – transmissão de conhecimentos ao educando, geralmente de forma autoritária e paternalista); a que ressalta os resultados (baseado na manipulação de atitudes de acordo com planos pré-determinados – usados bastante em formato publicitário.) e a que destaca os processos (baseado numa relação de educador e educando, que ao expor conteúdos em discussão, constrói um cidadão crítico de sua própria realidade.
Ademais, o autor propõe uma metodologia: A áudio aula, que valoriza o processo educativo, permitindo o desenvolvimento de sujeitos críticos. Essa proposta surgiu do desejo de integrar o aluno às novas mídias, e a escolha do rádio é porque sua penetração e credibilidade abrangem todas as faixas populacionais. O rádio tem como características a sensorialidade – dá vazão a imaginação e exerce relação emocional nos diálogos, a dinâmica – rapidez na produção de conteúdos, a visibilidade – permite audição das mensagens sem impedir a realização de outras atividades, o imediatismo, a instantaneidade e o baixo custo que transformam o rádio num veículo rápido, versátil e acessível, que permite estreita relação com a literatura e a criatividade. Além disso, o áudio é capaz de estimular as pessoas à leitura, pois o ouvinte – às vezes – busca as referencias dos conteúdos no texto impresso, o que garante perenidade da informação.
Para a execução dessa união entre o áudio e o material impresso, é necessário o publico escolar ter contato com a produção radiofônica. Ou seja, criar roteiros para suportes sonoros, confeccionar cenários através das trilhas de efeitos, buscar o texto impresso como referência ao conteúdo sonoro em questão, etc. E para a efetivação desse processo, é necessário criar peças sonoras de acordo cm o plano pedagógico da disciplina em questão; apresentar os conteúdos produzidos em sala de aula, discutindo os significados do áudio; preparar novos conteúdos a partir de divulgação dos itens básicos para sua construção, através da montagem do roteiro; gravação, edição e finalização da áudio-aula e audição da áudio-aula, avaliando a qualidade quanto à percepção da mensagem.
Essa experiência sonora a ser desenvolvida em classe torna a aula mais democrática, solidária e dinâmica. Pois, a prática da leitura de pequenos textos, contos ou poemas pro âmbito radiofônico extrapola o universo escolar, podendo ter como receptores não só a unidade escolar, mas sim as associações e grupos que fazem parte de uma comunidade. O projeto áudio, além de democratizar a comunicação, ajuda na familiarização do processo sonoro e gera sujeitos da história capazes de contar e divulgar conteúdos através das ondas do rádio.
O rádio tem muito valor, principalmente numa sociedade que existem milhões de analfabetos. Dessa forma, ele reflete sobre uma pedagogia do rádio, tendo como premissa a inquietude educativa, lembrando que o papel do rádio deveria ir além dos programas, dos comerciais e das estatísticas sobre as audiências, priorizando também seu público e respeitando suas culturas. Logo que, a cultura é o que se serve para o homem, para comunidade e para sua própria construção humana e social. Apesar desse conceito, alguns pontos de vista sobre o mundo eram elaborados por membros da elite e não concordam com essa definição; e esse mesmo ponto de vista elitista, foi capaz de afirmar que o individuo se educa apenas durante os anos da infância e adolescência. Porem Kuplún defende a concepção de educação permanente, as pessoas se educam durante toda a vida.
Partindo desse pressuposto, usando a pedagogia radiofônica, Kaplún aponta três cominhos para a educação através do rádio: a que põe ênfase nos conteúdos (que é baseado no processo de educação formar – transmissão de conhecimentos ao educando, geralmente de forma autoritária e paternalista); a que ressalta os resultados (baseado na manipulação de atitudes de acordo com planos pré-determinados – usados bastante em formato publicitário.) e a que destaca os processos (baseado numa relação de educador e educando, que ao expor conteúdos em discussão, constrói um cidadão crítico de sua própria realidade.
Ademais, o autor propõe uma metodologia: A áudio aula, que valoriza o processo educativo, permitindo o desenvolvimento de sujeitos críticos. Essa proposta surgiu do desejo de integrar o aluno às novas mídias, e a escolha do rádio é porque sua penetração e credibilidade abrangem todas as faixas populacionais. O rádio tem como características a sensorialidade – dá vazão a imaginação e exerce relação emocional nos diálogos, a dinâmica – rapidez na produção de conteúdos, a visibilidade – permite audição das mensagens sem impedir a realização de outras atividades, o imediatismo, a instantaneidade e o baixo custo que transformam o rádio num veículo rápido, versátil e acessível, que permite estreita relação com a literatura e a criatividade. Além disso, o áudio é capaz de estimular as pessoas à leitura, pois o ouvinte – às vezes – busca as referencias dos conteúdos no texto impresso, o que garante perenidade da informação.
Para a execução dessa união entre o áudio e o material impresso, é necessário o publico escolar ter contato com a produção radiofônica. Ou seja, criar roteiros para suportes sonoros, confeccionar cenários através das trilhas de efeitos, buscar o texto impresso como referência ao conteúdo sonoro em questão, etc. E para a efetivação desse processo, é necessário criar peças sonoras de acordo cm o plano pedagógico da disciplina em questão; apresentar os conteúdos produzidos em sala de aula, discutindo os significados do áudio; preparar novos conteúdos a partir de divulgação dos itens básicos para sua construção, através da montagem do roteiro; gravação, edição e finalização da áudio-aula e audição da áudio-aula, avaliando a qualidade quanto à percepção da mensagem.
Essa experiência sonora a ser desenvolvida em classe torna a aula mais democrática, solidária e dinâmica. Pois, a prática da leitura de pequenos textos, contos ou poemas pro âmbito radiofônico extrapola o universo escolar, podendo ter como receptores não só a unidade escolar, mas sim as associações e grupos que fazem parte de uma comunidade. O projeto áudio, além de democratizar a comunicação, ajuda na familiarização do processo sonoro e gera sujeitos da história capazes de contar e divulgar conteúdos através das ondas do rádio.
Leila dos Anjos
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