Ana Paula Neves, Luele Vésper e Thalline Gonçalves
Ana Paula Neves, Luele Vésper e Thalline Gonçalves
Mario Kaplun defende a didátida radiofônica despreendida dos valores apenas técnicos e estruturais, e sim focada no conteúdo, a junção de comunicar e educar era o que de fato fazia parte de suas premissas.
Kaplun fala da importância e da correlação intríseca entre teoria e prática juntando seu pensamento e idéias às falas de Paulo Freire, defensor dos termos “verbalismo inoperante” e “verbalismo cego”.
A sua visão sobre a dificuldade de absorção de conteúdo pelos analfabetos que representam um percentual muito grande no país, surge também como mais uma questão para ênfase no rádio, veículo que além de estimular a imaginação pela carência de imagens, contribui para formar e informar esse tipo de público.
Kaplun ressalta também o quão comercial virou a temática midiática, preocupada quase sempre apenas com sua audiência. Questiona também os valores culturais que herdam dos conceitos impostos por uma elite, estes consideram cultural um conserto, ou peça de teatro, mas não uma mostra de artesanato produzida por índios por exemplo. Ou seja os paradigmas ainda perpetuam,e os conceitos continuam discriminando, a ponto de influenciar até no conceito de cultura, tornando o cultural oposto ao popular.
Kaplun propõe a idéia de educação permanente e não restringe à uma sala de aula. Ele traduz e sintetiza seus pensamentos a partir de uma frase “O comunicador tornou-se nesses tempos de pós-guerra, um arquiteto da conduta humana. E é essa perspectiva que ele tem pretensão em difundir, incluindo o rádio como instrumento para esta finalidade.
Kaplun fala da importância e da correlação intríseca entre teoria e prática juntando seu pensamento e idéias às falas de Paulo Freire, defensor dos termos “verbalismo inoperante” e “verbalismo cego”.
A sua visão sobre a dificuldade de absorção de conteúdo pelos analfabetos que representam um percentual muito grande no país, surge também como mais uma questão para ênfase no rádio, veículo que além de estimular a imaginação pela carência de imagens, contribui para formar e informar esse tipo de público.
Kaplun ressalta também o quão comercial virou a temática midiática, preocupada quase sempre apenas com sua audiência. Questiona também os valores culturais que herdam dos conceitos impostos por uma elite, estes consideram cultural um conserto, ou peça de teatro, mas não uma mostra de artesanato produzida por índios por exemplo. Ou seja os paradigmas ainda perpetuam,e os conceitos continuam discriminando, a ponto de influenciar até no conceito de cultura, tornando o cultural oposto ao popular.
Kaplun propõe a idéia de educação permanente e não restringe à uma sala de aula. Ele traduz e sintetiza seus pensamentos a partir de uma frase “O comunicador tornou-se nesses tempos de pós-guerra, um arquiteto da conduta humana. E é essa perspectiva que ele tem pretensão em difundir, incluindo o rádio como instrumento para esta finalidade.
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